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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Feliz

Ela-Horizonte

Em tempo:

O que não tem censura nem nunca terá​
Militares Da Democracia - Militares que resistiram ao Golpe...​
Que horror, eu pensei que hoje fosse outro dia mas é o dia 73 de saturno, ultimo dia do mes no calendário spin, ah devo ter ficado encantado com a beleza que há nos amigos do Babidu Barboza​
Agora será assim, daqui prá frente, cada post, fabricado no face, num dia do spin...hoje são 73..o próximo é 74....
bjs

domingo, 19 de outubro de 2014

Revelação de sonho desta noite: O fluxograma tempo

Nesta noite tive a seguinte revelação de sonho
Uma cruz e nos braços da intersecção um espaço do buraco negro
E um lembrete: Hoje são dia 19 de outubro,

segunda-feira, 3 de março de 2014

A vida na cidade spin

Sinto que é isso
Hoje a tarde dormi tanto que parecia o sono da morte
E tive a seguinte revelação de sonho: A recuperação das cidades-estados
E vi carros enfiados a meio de humanos
É a máquina!
Que o Poder Curador seja instalado e ocupe o lugar que antes pertencia ao Poder Corrupto não apenas do Poder Excetivo da presidente ou prefeitos ou governadores, bem como as demais forças que compõem os governos em seus vários âmbitos que são o Legislativo e o Judiciário
Inclua-se no rol a serem curados da corrupção também as pessoas jurídicas
GO, SP, RJ, MG, MA
Aliás, nem gosto destes nomes, pois na realidade spin existem os rios no lugar das províncias
Lá, cada rio com suas cidades-estados situadas nas margens esquerda e direita formam uma realidade sócio-política cultural econômica

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Fwd: versículos 84 a 108





Mensagem original
De: jose carlos lima < ideiasemarmario@yahoo.com.br >
Para: edson_barrus@ig.com.br
Assunto: versículos 84 a 108
Enviada: 16/12/2005 12:51

105 Convidados, convido-os para o meu banquete, o banquete dos excluídos. Veja, no versículo a seguir, a imagem de um dos que estarão na minha festa. Tirei a foto dele ontem. Na rua. É um louco, não destes loucos que estão jogando pedras na lua=Iraque como Bush mas um louco=esquisofrênico pacífico. Abandonado pela família=escola=pais. Trata-se de um negro=louco=mendigo, assim como Bispo do Rosário, spin poeta=ortonômico=humano. O vi este dias pela primeira vez. Ele estava deitado no chão. Sendo acalantado pelo calor, não calor humano mas calor do sol. E será que, para ele, existirá pai celestial=terreno maior que Deus?
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106 Convidados, ao escanear as fotos que estou enviando vi, novamente, o homem do versículo anterior. Tirei mais fotos. Não sei se vai prestar. Esta minha máquina é imprestável. Novamente. Arrastando um grande filme. Tudo perdido. Foi a luz. A luz no filme. As fotos iriam ficar tão bonitas!!!! Mas perdi tudo. Quem sabe eu eu o encontre de novo? Quem sabe? A este respeito ouça "Quem Sabe?"  um poema de Antonio Carlos Gomes, na voz de Ney Matogrosso. Está no CD=DVD "Pescador de Pérolas."
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107 Convidados, o lençol=manto branco. Parecia Jesus, não o Jesus branco=racista este ad=mirado pelo carrasco Bento16=Ratzinger. Ele, aquele negro=louco. O vi nesta manhã. Tirei mais fotos dele. Estou enviando. Olhei direito e me diga se ele não tem a cara de Jesus. Não este Jesus pintado na Bíblia. Não este Jesus branco=racista=homofóbico=deicida mas este Jesus Libertário. È JL sim. Vejam a f oto dele. JL votou!!!!!!!!!!!!!!!!!
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108 A foto que ilustrou estas e posts anteriores
Autor: José Carlos Lima
Título: spin negro 
Data: 2005
Bjs,
José Carlos Lima
Para não receber o(s) próximo(s) versículo responda com cancelar

sexta-feira, 27 de março de 2009

Peixe de 419 milhões de anos traz novas pistas sobre evolução

Concepção artística mostra como seria o peixe ósseo que viveu há 419 milhões de anos
Concepção artística mostra como seria o peixe ósseo que viveu há 419 milhões de anos
25 de março de 2009
EFE

O fóssil de um peixe ósseo que viveu há 419 milhões de anos no sul da China, o Guiyu oneiros, contribui para completar o quebra-cabeças da evolução dos animais vertebrados com mandíbula, entre eles o ser humano.

Uma equipe de cientistas do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Pequim, dirigido por Min Zhu, é a responsável por essa descoberta, publicada nesta quarta-feira na revista científica britânica Nature.

Dentro dos peixes ósseos, estão os de aleta radial (Actinopterygii, como os esturjões) e os de aleta lobulada (Sarcopterygii, como os celacantos). Os peixes de aleta lobulada e os tetrápodes evoluíram a partir de um mesmo grupo de ancestrais à margem dos Actinopterygii.

O fóssil descoberto na China, muito bem conservado, apresenta uma mistura de traços dos peixes de aleta radial (mais primitivos) e dos peixes com aleta lobulada (mais evoluídos).

Os cientistas explicam que, ao ter traços dos dois tipos de peixes ósseos, o Guiyu oneiros é uma peça intermediária de sua evolução, que indica que a divisão de peixes de aleta lobulada e de aleta radial, antes do surgimento dos tetrápodes, aconteceu antes do previsto, há pelo menos 419 milhões de anos.

Esta descoberta é uma prova de que os vertebrados com mandíbula têm uma "longa história", afirmam.

Agência EFE

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O fim das metanarrativas

José Renato Salatiel*

Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
O filósofo francês Jean-François Lyotard (1924-1998) definiu o pós-moderno como "a incredulidade em relação às metanarrativas" (em sua obra A condição pós-moderna). Com isso, ele queria dizer que a experiência da pós-modernidade decorreria da perda de nossas crenças em visões totalizantes da história, que prescreviam regras de conduta política e ética para toda a humanidade.

Falsos consensos universais

Um exemplo de metanarrativa é a filosofia iluminista, que acreditava que a razão e seus produtos - o progresso científico e a tecnologia - levariam o homem à felicidade, emancipando a humanidade dos dogmas, mitos e superstições dos povos primitivos.

O marxismo é outro exemplo de metanarrativa. Para os marxistas, a história era impulsionada pelo confronto entre duas classes contraditórias, a burguesia e o proletariado, que resultaria, ao fim da revolução do proletariado, numa sociedade sem classes, de plena liberdade e igualdade: o comunismo.

A história, porém, mostrou que, na prática, tais teorias não funcionaram conforme o previsto. Ao mesmo tempo em que a razão e a ciência melhoraram as condições de vida das pessoas, promovendo a cura para as doenças e a alfabetização em larga escala, também deram ao homem o poder de produzir armas de destruição em massa, como a bomba atômica lançada em Hiroshima em 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, além de provocar mudanças climáticas causadas pela poluição nas grandes cidades, e que hoje ameaçam a sobrevivência da espécie humana.

O marxismo, por sua vez, quando confrontado com a realidade, ao invés do prometido "paraíso na terra", trouxe regimes totalitários para países como Rússia, China e Cuba, cujo povo sofreu - em alguns casos, sofre até hoje - com restrições às liberdades civis e violações dos direitos humanos (que não são exclusivas de países comunistas, como demonstra a história recente dos EUA e mesmo do Brasil).

Por esta razão, criou-se um clima de desconfiança em relação a qualquer discurso que proponha formar consensos universais, ou seja, projetos coletivos que visem "mudar o mundo". Cria-se, assim, um ambiente para o pós-modernismo. Como na letra de Ideologia, música de Cazuza, que retrata bem esse clima:

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões
Estão todas perdidas
Os meus sonhos
Foram todos vendidos
Tão barato
Que eu nem acredito
Ah! Eu nem acredito...
(...)
Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma pra viver

O saber pós-moderno

Se as grandes narrativas que mobilizaram a humanidade foram abandonadas, surge, entre outros problemas, o de como justificar o saber na sociedade contemporânea. Por "saber", Lyotard entende um conjunto de conhecimentos que autoriza a determinada pessoa (cientista, juiz, filósofo, artista, etc.) emitir juízos de verdade, moral e estética, isto é, dizer que isto é certo ou errado, bom ou mal, feio ou bonito.

A questão é que não há mais um acordo em comum sobre esses valores. Ou, nas palavras do filósofo francês, não há mais uma metanarrativa que torne os discursos aceitos por todas as culturas. Para a civilização ocidental, fundada em ideais como a democracia, a liberdade e os direitos individuais, esse relativismo representa um sério risco.

Mas Lyotard também não aceita uma continuidade do projeto de modernidade que se assente sobre o diálogo livre de coerções, como quer Habermas, pois vê nisso um retorno à metanarrativa iluminista (ver o texto "Habermas, Apel e a ética da linguagem"). O que fazer?

Performance

Lyotard baseia-se no conceito de jogos de linguagem, de Wittgenstein (ver o artigo "Filosofia pós-moderna - Heidegger e Wittgenstein") para afirmar que a legitimação dos saberes só pode ser local e contextual. Assim como a linguagem só adquire sentido quando usada, isto é, quando se torna um "lance" em um jogo específico, os saberes também, para Lyotard, são justificados por consensos provisórios e parciais.

Este problema de legitimação apareceu, por exemplo, no recente debate ético a respeito do uso de células-tronco embrionárias pela ciência. Para o Iluminismo, bastava seguir a razão, não a fé religiosa, que estaríamos agindo da maneira correta. Como fica quando a ciência não tem mais um meta-discurso por meio do qual justifique seus experimentos? E mais: como saber se uma teoria é válida ou não?

O que nos resta como parâmetro, segundo Lyotard, é sua performance, isto é, a eficácia que tem a teoria. Bom é o saber que produz os melhores resultados.

Neste ponto de vista, espera-se menos que as experiências realizadas no LHC - Grande Colisor de Hádrons (na sigla em inglês), localizado na fronteira entre a Suíça e a França, revelem uma suposta essência do universo do que produzam resultados concretos que justifiquem o investimento bilionário no projeto.

Paralogia

Mas a pura performance reduz a ciência ao seu aspecto industrial, comercial e lucrativo. Lyotard busca então uma alternativa em um dos aspectos mais positivos da pós-modernidade: o reconhecimento e o convívio harmonioso com as diferenças.

No campo dos saberes, o reconhecimento das diferenças passa pelo que ele chama de paralogia, que significa que um bom saber é aquele que percebe "anomalias" e constrói novos conceitos. O que legitima o saber seria seu aspecto mais criativo, digamos assim. Descobrir, em uma infinidade de informações que bombardeiam a todo instante nossos sentidos, aquelas que são relevantes e se tornarão conhecimento. Alguém aí pensou na internet?

Sugestão de leitura

LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. São Paulo: José Olympio, 2002.

*José Renato Salatiel é jornalista e professor universitário.

http://educacao.uol.com.br/filosofia/filosofia-pos-moderna-Jean-Francois-Lyotard.jhtm

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Uma história recente de Goiânia

Por Lindomar Guimarães*

Comprava o Pasquim em bancas de revistas, que eram várias pelas ruas da Avenida 24 de Outubro, em Campinas. Em 1970, se vivia ainda os rigores do governo militar, as lembranças da revolução ainda eram muito presentes. Lembro-me de março de 1964, não sei o dia, quando aviões militares fizeram um voo baixo em Goiânia, numa atitude de intimidação. Minha mãe e minha avó corriam pelas ruas procurando todos, porque o Colégio Pedro Gomes estava sendo vigiado. Todos os livros supostamente de conteúdo comunista, ou que tinham o nome de Cuba na capa, eram queimados em casa, porque primos da minha avó foram detidos na Praça Cívica como comunistas e um parente mandou avisar que policiais estavam indo às casas para recolher livros suspeitos e prender pessoas. Até hoje não sei qual era o critério de definir um livro suspeito. De repente, bancas de revistas foram queimadas e quebradas com escritos nos muros de um tal CCC – Comando de Caça aos Comunistas. Os jornais Pasquim e Movimento eram alvos. O jornal 5 de Março, de Batista Custódio, foi um alvo importante na caça às bruxas. No pátio da Faculdade de Medicina, no Setor Universitário, o estacionamento continha os carros dos professores, e de alguns poucos alunos, porque a maioria de nós vinha das escolas públicas, desde o primário nos grupos escolares, do Colégio Pedro Gomes, do Liceu de Goiânia e do Colégio Universitário da UFG, dirigido pela professora Iracema Caiado. A repressão estimulava a criação, os festivais de música e teatro movimentavam o Cine Goiânia. Havia o Teatro de Emergência, ao lado do Jóquei Clube, palco de montagens de peças experimentais, e auditório, onde o professor Wassily Chuc empolgava os adolescentes, com os temas apresentados. A gloriosa revolução eliminou da cidade todos os símbolos de resistência. O Castelinho, no Horto, totalmente demolido, apagado e plantadas árvores no lugar. O elegante prédio da Faculdade de Direito da UFG, local de discursos inflamados, imediatamente cancelados com emprego da força legal da época. O DCE (Diretório Central dos Estudantes) – prédio de uma antiga boate da cidade, onde parte do teto podia ser aberta, local de bailes e shows dos estudantes universitários de Goiânia, nos finais de semana –, situado na viela que une a Avenida Anhanguera com a Rua 4, próximo da esquina da Avenida Araguaia, local onde foram encenadas peças de Brecht e feitas apresentações musicais de vanguarda, foi totalmente demolido, apagada sua memória e feito um simulacro de praça em seu lugar. E assim aconteceram fatos semelhantes em todo o País. Escrevo simplesmente uma memória, sem citar personagens e datas, mas é uma história recente, com maioria dos personagens vivos e atuantes. Há necessidade de se ordenar os fatos para conhecimento de todas as gerações que desconhecem essa história. O Teatro Inacabado, na Avenida Anhanguera, do saudoso Otavinho Arantes, é um marco importante na história cultural da cidade, que não deveria ser relegado ao esquecimento, onde diversas peças foram encenadas ali, como Com Puta Computador Computa, do Millôr Fernandes, estrelada por Fernanda e Fernando Torres, O Auto da Compadecida e tantas outras apresentações nacionais e locais. Goiânia ainda é uma capital jovem, mas rica de lembranças símbolos de participação na evolução deste País.

Toda a geração que viveu ativamente o período das décadas do meio dos anos 1960 até o final da década de 1970 sentiu na pele todas as transformações sociais impostas e decorrentes do período de repressão em que vivemos naquelas épocas. Houve uma transformação radical na forma do ensino público – penso que para pior. Já são vistas iniciativas de melhoras.

Mas essa geração, já cansada de apanhar, mesmo assim, acho que devemos continuar trabalhando, oferecendo experiência, com o espírito aberto à evolução do mundo moderno. Essa evolução caminha numa velocidade grande, porém muito voltada ao imediatismo, ao consumo exagerado de produtos, arte e acumulação de riqueza. O culto ao engrandecimento individual, ao pensamento para evolução humana na sua plenitude de ação, está ficando para trás.


Lindomar Guimarães é médico-ortopedista.

E-mail: lindomar@terra.com.br

Fonte: http://www.dm.com.br/impresso/7741/opiniao/61396,uma_historia_recente_de_goiania

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A nau capitânia...
* Por Maiko

Um capitão ainda bastante jovem, tinha acabado de se formar na escola de oficiais da marinha e estava servindo num grande navio de guerra - A Nau Capitânia. Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando no final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim. Essa nau capitânia transportava o almirante que estava comandando os exercícios e o oficial que estava servindo no posto de comando. Num certo momento o vigia contou para o comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento... Se tivesse constante, estaria numa rota de colisão com o navio. O vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão. O comandante mandou uma mensagem diretamente para o suposto navio informando que estava num curso de colisão e que seria necessário mudar o curso em 20°, imediatamente. A seguinte mensagem voltou: "É melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente". O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: "Eu sou um capitão, favor mude seu percurso em 20° ". Voltou uma outra mensagem: "Eu sou marinheiro de segunda classe Senhor, favor mude seu percurso, senhor." O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: "Somos a Nau Capitânia da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu percurso imediatamente em 20°. E isto é uma ordem!" Então foi esta mensagem que retornou: "Senhor, somos um farol ". Só quando entendeu o que estava acontecendo, o comandante mudou de curso. Conclusão: Esta história nos mostra como as pessoas, principalmente, líderes ficam presos aos cargos que ocupam sem enxergarem as coisas como realmente são... E assim como o comandante do navio, só muda seu percurso quando percebem que o problema está no curso que foi eleito por eles e não nas coisas externas... E se não descobrem isso em tempo com certeza irá naufragar nos mares da vida. Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

* Texto enviado por Maiko, para a biblioteca

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

17:39:38 - 20/01/2009
por Brasigois Felicio
Águas claras de Caldas me acalmam/distendem nervos retesados/aplacam nervos de aço/Murmúrios de águas/são como algas/são o respiro/e o sangue da terra/Se as águas de Caldas esfriassem/seria um Deus nos acuda!?/Um salve-se quem puder/Sem desprezar as que são frias/e igualmente necessárias à vida/ Que as águas de Caldas jamais esfriem/Assim muitos serão abençoados/pelo calor essencial/e a canção silenciosa/que vem de seu murmúrio/amoroso e cantante/". P.S. Poetariado em geral: estou esquentando as partes nas águas de Caldas. Não me invejem, venham também para cá!

Fonte:
http://www.revistabula.com/comentarios/edicao210